ATOR FRACASSADO DE STAR WARS CULPA FÃS POR SUA CARREIRA EM QUEDA: “RACISTAS NÃO ME ACEITARAM”

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Quando uma carreira não decola conforme o esperado, sempre existe a opção de culpar o público. Esta parece ser a estratégia favorita de John Boyega, que interpretou o personagem Finn na fracassada trilogia sequência de Star Wars, e que agora volta a atacar os fãs da franquia com acusações infundadas de racismo.

Em um novo documentário intitulado “Number One on the Call Sheet: Black Leading Men in Hollywood”, Boyega não perdeu a oportunidade de mais uma vez jogar a carta do racismo para justificar o fato de que sua carreira pós-Star Wars está em queda livre, assim como os números de bilheteria da Disney desde que assumiu a franquia.

“Star Wars sempre teve a vibração de ser o espaço mais branco e elitista”, declarou Boyega, convenientemente esquecendo que entrou para uma franquia que já possuía personagens negros icônicos como Lando Calrissian e Mace Windu muito antes de sua chegada.

 

IGNORANDO O ÓBVIO: ROTEIROS TERRÍVEIS

O que Boyega prefere ignorar é que as críticas ao seu personagem Finn nada têm a ver com sua cor de pele, mas sim com o fato de que a Disney e a Lucasfilm transformaram o que poderia ser um protagonista interessante em uma piada ambulante que gritava “REY!” a cada cinco minutos.

Finn começou a trilogia como um stormtrooper renegado com potencial para ser um Jedi, apenas para terminar como alívio cômico irrelevante para a trama. Mas claro, é mais fácil acusar os fãs de racismo do que admitir que trabalhou em filmes terrivelmente escritos.

“Eles estão bem com a gente interpretando o melhor amigo, mas quando tocamos em seus heróis, quando lideramos, é como, ‘Meu Deus, é demais! Estão cedendo!'”, disse Boyega, ignorando completamente que esses mesmos fãs “racistas” adoram personagens negros bem escritos em outras franquias.

A HOLLYWOOD DO AUTOSABOTAMENTO

O comportamento de Boyega exemplifica perfeitamente o círculo vicioso em que Hollywood se encontra. Produzem conteúdo medíocre, recebem críticas legítimas, acusam os fãs de preconceito, perdem ainda mais público, e então culpam novamente o público por não consumir seus produtos.

É a mesma estratégia desastrosa que vimos com atores como Chris Evans, que deseja que pessoas que discordam dele “morram como dinossauros”, ou Jennifer Lawrence, que transformou sua imagem pública em um festival de arrogância elitista. Coincidentemente, nenhum deles consegue mais abrir um filme sem o apoio de franquias estabelecidas.

No passado, os estúdios entendiam que insultar o público era péssimo para os negócios. Hoje, parece ser quase um requisito para trabalhar em Hollywood. O resultado? Uma indústria em declínio constante onde atores como Boyega preferem fazer acusações vazias a reconhecer a qualidade duvidosa de seus próprios trabalhos.

Enquanto isso, a Disney continua nadando em seu próprio veneno. Após anos insultar fãs de Star Wars, chamar seu público-alvo de racista, misógino e toda sorte de insultos, a empresa assiste impotente ao esvaziamento das salas de cinema e à queda livre de suas ações.

Talvez um dia John Boyega entenda que chamar as pessoas cujo dinheiro financiou seu estilo de vida de “racistas” não é exatamente a melhor estratégia de carreira. Mas até lá, pode continuar culpando os fãs enquanto assiste sua relevância desaparecer mais rápido que o potencial Jedi de Finn nos roteiros da Disney.

Se Boyega realmente deseja entender por que os fãs rejeitaram a nova trilogia, talvez devesse assistir novamente àqueles filmes. Se conseguir chegar ao final sem adormecer ou se irritar com o desperdício de seu próprio personagem, aí sim teremos algo digno de um documentário.

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