Branca de Neve: Falha de Bilheteria não é Política

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O Fracasso de Branca de Neve: Uma Análise do Desempenho de Bilheteria

O fracasso do remake de Branca de Neve em live-action pode não ter sido motivado por questões políticas, apesar dos anos de especulações da mídia mainstream. Por meses, a produção de Disney tem sido alvo de controvérsias, incluindo as falhas de relações públicas de Rachel Zegler, a reimaginação criativa de um dos personagens mais icônicos da Disney e o manejo desastrado dos Sete Anões. A mídia tradicional tem sido complacente em apresentar qualquer crítica a Branca de Neve como uma “reação política motivada”.

No entanto, com o desempenho desastroso do filme no fim de semana de abertura, mesmo a Deadline está mudando de tom, e, querendo ou não, confirmou que a rejeição de Branca de Neve não foi política. De acordo com dados da empresa de análise de bilheteria EntTelligence, não houve “bloqueio de cinemas vermelhos” devido a controvérsias com Branca de Neve. Na verdade, os cinemas em condados vermelhos performaram melhor do que o normal para um filme de família/animação desse tamanho e escopo. O filme atraiu 40% de suas vendas de ingressos e 43,5% de sua audiência de condados vermelhos, o que é superior à média para filmes de família.

Análise do Desempenho e Consequências

O desempenho do filme em Lake Buena Vista, Flórida, no Walt Disney World, foi o mais lucrativo, o que contradiz a teoria de que a audiência política foi afetada. A verdadeira causa do fracasso do filme parece ser a rejeição generalizada pelo público, independentemente da afiliação política. As falhas de relações públicas de Rachel Zegler, os erros criativos e a rejeição da estratégia de live-action da Disney fizeram mais danos do que qualquer “bloqueio de cinema vermelho” imaginado. A mídia agora está sendo forçada a reconhecer que a crítica a Branca de Neve não foi apenas ruído político, mas sim uma rejeição do próprio filme.

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