FILME DE TERROR USA IPHONE PARA ATERRORIZAR MULHER

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O diretor Christopher Landon, conhecido por sucessos como “Happy Death Day” e “Freaky”, retorna ao gênero de suspense com “Drop”, um thriller que explora o lado sombrio da tecnologia contemporânea. No centro da trama está Violet, uma viúva sobrevivente de um relacionamento abusivo que finalmente reúne coragem para voltar a encontros românticos através de um aplicativo de namoro.

O que começa como uma tentativa de reconstruir sua vida rapidamente se transforma em pesadelo quando Violet começa a receber mensagens inquietantes através do AirDrop em seu iPhone. A função de compartilhamento de arquivos da Apple, normalmente utilizada para transferências inocentes de fotos e documentos, torna-se uma ferramenta de terror psicológico nas mãos de um stalker desconhecido.

À medida que as mensagens se intensificam, Violet descobre uma ameaça ainda mais grave: há um invasor dentro de sua casa, colocando em perigo sua irmã e seu filho. Esta dupla ameaça – digital e física – cria a premissa para o que deveria ser uma experiência de terror claustrofóbica e contemporânea.

Promessa Não Cumprida: Performances Sólidas em Trama Previsível

Meghann Fahy as Violet in Drop, directed by Christopher Landon.

Apesar da premissa inovadora, “Drop” sofre com problemas significativos de ritmo e desenvolvimento. O elenco entrega interpretações convincentes, com destaque para Meghann Fahy no papel de Violet, transmitindo vulnerabilidade e medo constantes de forma convincente. Brandon Sklenar também se destaca como seu interesse romântico, apresentando um personagem inicialmente cativante, embora com escolhas profissionais questionáveis.

O filme reserva sua maior força para o final, oferecendo uma reviravolta surpreendente que tenta compensar o desenvolvimento lento que a precede. Infelizmente, o caminho até este clímax é marcado por sequências repetitivas que falham em manter o suspense necessário para um thriller eficaz.

A tentativa de criar mistério em torno da identidade do stalker não consegue engajar completamente o público, que muitas vezes se encontra mais entediado do que apreensivo durante os longos períodos de tensão forçada. O filme estende sua premissa além do que o material consegue sustentar, resultando em uma experiência que, apesar de ter momentos de brilho técnico e atuações competentes, não consegue aproveitar todo o potencial de seu conceito original.

“Drop” representa uma oportunidade perdida de explorar profundamente os medos contemporâneos relacionados à privacidade digital e vulnerabilidade tecnológica. Embora traga à tona o inquietante pensamento de como nossos dispositivos mais íntimos podem se tornar canais para ameaças reais, a execução não consegue transformar essa ideia intrigante em um thriller verdadeiramente memorável.

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