A cultura Woke está destruíndo a Disney

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A Walt Disney Imagineering já foi um símbolo incontestável da criatividade e inovação, criando atrações que encantaram gerações com narrativas clássicas e tecnologia de ponta. Mas agora parece que essa empresa icônica foi sequestrada pelo culto woke, colocando as agendas progressistas acima da magia que a tornou famosa.

Nos últimos anos, a Imagineering transformou-se numa espécie de departamento de compliance ideológico, eliminando meticulosamente qualquer coisa que pudesse ofender as sensibilidades frágeis do público moderno. Em nome da inclusão – ou melhor, da imposição ideológica –, atrações icônicas foram alteradas ou até mesmo destruídas.

Kim Irvine, diretora criativa e filha da lendária Imagineer Leota Toombs, admitiu sem rodeios essa nova missão ideológica, revelando um pensamento que chega a ser tragicômico: para ela, celebrar uma história absurda e fantasiosa é “estranho demais” para o público atual. Cortar cabeças de maridos fantasmas? Problemático. Afinal, sabemos que fantasmas têm sentimentos também, não é mesmo?

O ápice desse descalabro ocorreu com a eliminação da clássica atração Splash Mountain, substituída pela politicamente correta e segura “Tiana’s Bayou Adventure”. E a próxima vítima da cruzada woke da Disney? Os Rios da América e a Ilha de Tom Sawyer, prestes a serem atropelados por uma atração baseada no filme Carros. Nada diz “respeito à história americana” como substituir Mark Twain por veículos antropomorfizados falantes, afinal.

A infame cena do leilão em Piratas do Caribe foi expurgada porque, aparentemente, a pirataria deve ser retratada com ética e responsabilidade social. Agora, os piratas não licitam mulheres – que absurdo histórico, não é? – mas mercadorias roubadas. Porque claramente furtar pertences é menos ofensivo do que refletir a realidade histórica da pirataria.

Tudo isso não ocorreu ao acaso. Sob o agora desativado projeto “Stories Matter”, a Imagineering transformou-se numa verdadeira polícia cultural, censurando narrativas tradicionais sob o disfarce de “sensibilidade cultural”. O resultado? Parques temáticos cada vez mais esterilizados, descaracterizados e afastados da essência que encantava o público.

E a ironia amarga é que enquanto a Disney tenta recuar discretamente dessa politização excessiva, o dano já foi feito. Frontierland está praticamente extinta, e agora outras atrações históricas estão ameaçadas pela fúria revisionista da cultura woke.

A verdade é clara: a Walt Disney Imagineering não é mais uma fábrica de sonhos, mas uma máquina de sinalização de virtude, disposta a sacrificar sua própria identidade no altar da lacração. Cada atração icônica está sob ameaça constante, sujeita à aprovação de militantes digitais que nunca visitaram um parque na vida, mas têm opiniões muito firmes sobre como a história deve ser reescrita.

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