HOLLYWOOD TENTA IMPOR MAIS AGENDA PROGRESSISTA NO ÚLTIMO SUSPIRO DE THE HANDMAID’S TALE

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Em um esforço desesperado para manter relevante uma série que há muito perdeu sua credibilidade, a Hulu organizou um evento de tapete vermelho extravagante no TCL Chinese Theatre para celebrar a temporada final de “The Handmaid’s Tale”. O elenco e produtores aproveitaram mais uma oportunidade para desfilar suas roupas caríssimas enquanto fingem se importar com as “opressões” que sua própria série supostamente denuncia.

Elisabeth Moss, que além de protagonista também é produtora executiva, não perde uma chance de lucrar com o medo fabricado de um futuro distópico que nunca chegou a existir. A série, que se autopromove como um “alerta” contra o conservadorismo, continua tentando convencer o público de que estamos a um passo de uma teocracia totalitária – narrativa que não cola mais nem com seus fãs mais fiéis.

Por trás das câmeras: a hipocrisia progressista que Hollywood tenta esconder

Warren Littlefield, um dos produtores executivos, teve a audácia de afirmar que a série se tornou “mais relevante” durante o governo Trump, mesmo quando todos os “alertas” da primeira temporada se provaram completamente infundados. Agora, com a temporada final, a equipe promete um final “arrepiante e emocionante”, provavelmente porque não têm mais como esticar uma premissa que já nasceu exagerada.

O mais irônico é que, enquanto a série tenta retratar um mundo fictício onde mulheres perdem seus direitos, a própria Hollywood continua sendo um ambiente onde abusos reais são frequentemente varridos para debaixo do tapete. Os sorrisos no tapete vermelho encobrem a realidade de uma indústria que só se importa com causas sociais quando isso gera publicidade positiva.

Enquanto isso, os fãs que ainda resistem terão que aguentar mais alguns episódios de sofrimento gratuito e mensagens políticas óbvias antes que a série finalmente nos dê um descanso. A Hulu já planeja continuar explorando o universo com a adaptação de “The Testaments”, provando que não há limite para quanto dinheiro se pode fazer com medo fabricado.

“1984”: Uma Distopia Profética

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