Indústria de Games Adota Cultura Woke: O Caso da Activision

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Enquanto Hollywood recua das suas práticas de diversidade forçada devido a perdas financeiras significativas, a indústria de videogames parece estar abraçando a cultura woke com fervor. O mais recente exemplo é a Activision, desenvolvedora da popular franquia Call of Duty, que agora conta com oficiais de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) em todas as suas equipes de desenvolvimento. Este movimento está gerando discussões acaloradas e levantando questões sobre o impacto dessas políticas na qualidade dos jogos e no mercado como um todo.

Oficiais DEI em Todos os Projetos

Recentemente, um relatório revelou que a Activision instalou oficiais de DEI em cada equipe de desenvolvimento para garantir que suas mensagens de diversidade sejam disseminadas. Essa decisão foi recebida com ceticismo e críticas, especialmente considerando que a indústria de videogames é conhecida por seus altos custos de desenvolvimento. Um jogo AAA pode custar tanto quanto uma superprodução de Hollywood, senão mais, tornando qualquer falha potencialmente devastadora para as empresas.

Hollywood e a Reversão da Cultura Woke

A ironia aqui é palpável. Hollywood, que há alguns anos mergulhou de cabeça na cultura woke, está agora tentando voltar ao normal devido às perdas financeiras. A indústria cinematográfica percebeu que forçar agendas políticas nos filmes resultou em bilheterias fracas e no afastamento do público. Warner Bros, por exemplo, enfrentou um prejuízo de 200 milhões de dólares com “Esquadrão Suicida”. Agora, parece que a indústria de videogames está seguindo o mesmo caminho arriscado.

Impacto nas Empresas de Videogames

A implementação de políticas de DEI tem um custo, e as empresas de videogames como Ubisoft, EA e a própria Activision estão em risco de sofrer perdas significativas. A inserção de oficiais de DEI em todos os projetos, inclusive em jogos de corrida onde os avatares dos pilotos nem são visíveis, exemplifica o quão radical essas medidas se tornaram. A crítica aqui é que a obsessão com a diversidade pode estar comprometendo a qualidade dos jogos e afastando os jogadores tradicionais.

A Realidade das Oficinas de Diversidade

Os chamados workshops de diversidade, frequentemente promovidos como “oportunidades de aprendizado”, têm sido criticados como propaganda woke disfarçada de educação. Embora oficialmente não sejam obrigatórios, a pressão social dentro das empresas faz com que a participação seja praticamente compulsória. Esses workshops, conduzidos por consultores externos, representam mais uma forma de gastos que nem sempre trazem benefícios tangíveis para a produtividade ou a qualidade dos jogos.

Activision: Um Caso de Estudo

A Activision, frequentemente destacada como uma das piores em termos de imposição de políticas woke, envia e-mails semanais cheios de propaganda DEI para seus funcionários. Um vazamento recente revelou a existência de um programa de mentoria focado em equidade, supostamente aberto a todos os empregados, mas na prática, restrito a determinados grupos. Isso levanta questões sobre discriminação inversa e favoritismo dentro da empresa.

A indústria de videogames está em um ponto crucial. A adoção indiscriminada de políticas woke pode levar a perdas financeiras significativas, assim como ocorreu em Hollywood. Empresas como a Activision e a Ubisoft precisam equilibrar a necessidade de diversidade com a qualidade dos jogos e a satisfação do público. Caso contrário, podem enfrentar um futuro incerto, marcado por declínios nas vendas e na confiança dos jogadores.

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