Nerdrotic, YellowFlash e outros youtubers são alvos de censura por opiniões sobre Capitã Marvel

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Diversos youtubers, incluindo Nerdrotic, YellowFlash, The Critical Drinker e Jesse Grant, foram alvos de usuários das redes sociais que queriam removê-los do algoritmo do YouTube por descrever suas opiniões sobre o filme Capitã Marvel 2.

 

Usuários pedem remoção e denúncias contra canais críticos ao filme

Um usuário do Twitter postou que, ao buscar sobre o filme Capitã Marvel 2 no YouTube, encontrou vídeos desses canais no top 10 e questionou por que o algoritmo estava promovendo “esses vídeos odiosos”.

O YouTube respondeu sugerindo que o usuário marcasse os vídeos como “Não interessado” para influenciar recomendações futuras. Depois, encorajou a denunciar conteúdos inapropriados para manter o YouTube seguro.

Outros usuários também reclamaram de recomendações indesejadas desses canais críticos ao filme e o YouTube deu respostas semelhantes, orientando como gerenciar recomendações e denunciar violações das diretrizes.

 

Plataforma é acusada de incentivar denúncias falsas para censurar opiniões

Porém, alguns acusam a plataforma de incentivar denúncias falsas para remover canais que criticam certos conteúdos, como os youtubers mencionados e suas opiniões sobre Capitã Marvel 2, uma produção da Marvel e Disney.

Especialistas alertam que esse tipo de censura por denúncias em massa fere a liberdade de expressão e opinião. Alegam que críticas, por mais duras que sejam, não devem ser confundidas com discurso de ódio.

Caso levanta discussões sobre moderação de conteúdo

O caso levanta discussões sobre moderação de conteúdo e se plataformas como YouTube estão sendo justas ao lidar com denúncias contra canais menores frente a pressões de grupos organizados.

Há questionamentos se a plataforma estaria agindo de forma imparcial e ética ao supostamente incentivar a denúncia desses youtubers por críticas a uma grande produtora, em vez de defender a liberdade de expressão.

Youtubers reagem e pedem fim da cultura do cancelamento

YellowFlash reagiu em vídeo dizendo que o YouTube ignora usuários com problemas legítimos, mas corre para agradar pessoas com poucos seguidores quando reclamam de canais.

Os youtubers visados repudiam essa cultura do cancelamento por opiniões divergentes e esperam que a plataforma combata denúncias falsas, em vez de incentivá-las. Querem poder se expressar com liberdade, sem medo de perseguição.

O caso expõe um dilema sobre onde traçar a linha entre moderação e censura, e como plataformas devem lidar com denúncias em massa que parecem configurar mais um ataque organizado do que reclamações legítimas.

Liberdade de expressão deve prevalecer, dizem especialistas

Especialistas defendem que o YouTube e outras plataformas precisam ter cautela antes de remover conteúdo com base em denúncias em massa, para não ferir a liberdade de expressão. Críticas ácidas não devem ser confundidas com discurso de ódio.

O caso gerou forte debate sobre até onde vai o direito de criticar um filme ou empresa, e se a pressão por censura vem de lugares que não valorizam pluralidade de visões. Resta saber como o YouTube lidará com a situação e se defenderá a liberdade de opinião.

 

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