Remaster de Oblivion supera Skyrim e vicia jogadores.

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Ao iniciar The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered — lançado em 22 de abril de 2025 para PC, PS5 e Xbox Series X/S, com melhorias gráficas e de desempenho via Game Pass —, a autora não esperava ser cativada. Sem experiência com o original de 2006, conhecido por NPCs de rostos grotescos, ela o viu como mera curiosidade. No entanto, após 55 horas em Cyrodiil, o jogo desafia Skyrim (2011) pelo favoritismo, formando um “triângulo amoroso” com RPGs de fantasia.

Inicialmente cética, presumindo superioridade de Skyrim — com dragões, propriedades e família —, ela se surpreendeu. O criador de personagens permitiu uma Dunmer intimidante, dublagem e visuais aprimorados superaram expectativas. Mas o trunfo é o tamanho compacto de Cyrodiil: menor que Skyrim, evita sobrecarga de missões radiantes e mapas titânicos, promovendo satisfação em vez de exaustão.

Comparando a Starfield (2023), que exemplifica “maior nem sempre melhor”, Oblivion fomenta desejo de retorno, enquanto Skyrim demanda esforço. A autora confessa nunca concluir a campanha principal de Skyrim, distraída por seu escopo infinito — contraste com o foco narrativo de Oblivion, centrado na crise das Portas do Oblivion e o Herói de Kvatch.

Essa preferência destaca como designs concisos enriquecem imersão, mas suscita críticas: remasters modernos, influenciados por excessos woke, por vezes priorizam opções inclusivas de personagens sobre mecânicas objetivas, suprimindo debates sobre equilíbrio em prol de narrativas ideológicas. Ainda assim, Oblivion Remastered prova que qualidade compacta supera vastidão esmagadora.

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